A Gronelândia deve ser uma zona desmilitarizada e com estatuto de proteção ambiental, assente num tratado assinado no âmbito da ONU.
Opinião sobre problemas sociais e políticos do desenvolvimento sustentável. Ambiente e património.Mundo Rural. Iberismo.
23.1.26
18.1.26
Chamar os bois pelos cornos!
Os candidatados do PSD e do Chega, tiveram uma derrota clara na primeira volta. Face ao crescimento da Iniciativa Liberal, este resultado significa que está aberta uma crise existencial no PSD. O Chega já lhe retirara uma ala direita.
Quanto ao Chega, parafraseando uma frase de Mourinho, que foi mal aplicada ao desporto, mas é adecuada à política, foi o primeiro dos últimos. E, ao contrário do que afirma o seu porta-voz, é a terceira vez que perde votos, neste caso, em duas eleições sucessivas: perdeu 900.000 nas europeias, recuperou nas legislativas, mas voltou a perder 800.000 votos nas autárquicas. Nestas presidenciais, o Chega perdeu 110.000 votos, em comparação com as legislativas, mas recuperou 650.000, face às autárquicas.
Há uma outra lição histórica nestas eleições: quando os dirigentes políticos democráticos constroem uma plataforma de defesa dos direitos populares e soberanos de Portugal, mesmo com uma base mínima de entendimento_ tal foi o caso do acordo parlamentar PS/PCP/BE, contra a deriva autoritária da direita e da União Europeia, a maioria parlamentar e o governo saído das eleições é progressista, e o autoritarismo recua. Quando os lideres falham nessa visão estratégica e protetora da nação e da democracia, os eleitores deslocam o seu voto contra o perigo principal e não o contrário, como julgavam os dirigentes, enganados pelo canto das sereias que explicavam a queda do PCP e do BE, por essa razão, sem ouvir a vox populi.
Mas o fascismo triunfou no passado pela repetição desses erros e não poupou, nem os democratas, nem os liberais. E hoje, a conciliação, as cedências e a cumplicidade da União Europeia com a política do governo de Trump, colocou a Europa de joelhos e deixou as forças democráticas que ainda resistem nos EUA, na ONU, nos BRICS alargados...a lutar sozinhos.
16.1.26
Declaração de voto. A verdade da mentira
Gouveia e Melo era o presidente desejado pelos portugueses, segundo as sondagens. E o único candidato capaz de trazer para o campo democrático os eleitores do Chega que votam por revolta: este partido perdeu 900.000 votos nas europeias e 800.000 nas autárquicas.
As sondagens mais próximas da data das eleições foram-no empurrando para fora do pódio, contradizendo-se e desacreditando-se, pois 20% de indecisos e mais de 50% que afirmam poder ainda mudar o voto e a ausência da percentagem de abstencionistas, fazem dos lugares no pódio uma lotaria.
15.1.26
5. O Irão e as Presidenciais
"...Um candidato do PS, que ocupa a mesma trincheira do almirante e última da democracia abrilista, a defesa da nossa Constituição, com a diferença que o socialismo democrático é incapaz de definir um caminho autónomo para a queda da Europa, e abandonou o projeto de uma nova Europa, construída pelo Federalismo Democrático. Pelo que o risco de este partido trair o seu candidato eleito, em matéria de subversão da Constituição, na prática política e depois no quadro parlamentar, é real."
Há cinco dias que cessaram no Irão os protestos contra a carestia, que tem como causa principal as sanções aplicadas à sua economia pelos EUA e aliados. Tal como os motins violentos que foram alimentados por agentes de Israel_ os iranianos não queimam as suas mesquitas e bazares, provocando um número indeterminado de mortos, mas que incluem membros das forças de segurança abatidos com armas de fogo.
3.1.26
Barbárie, guerra global e os sonâmbulos de Bruxelas
O governo dos EUA afirma que quem se opuser aos seus interesses, será vítima de agressão militar e insulta o seu antecessor por não ter recorrido suficientemente à barbárie. O sequestro do presidente venezuelano, com o rapto da sua mulher, é um ato de guerra que viola não só o direito internacional mas a própria constituição americana, sobrepondo -se à autoridade do Congresso.
O secretário de estado fala em nome de uma oligarquia para quem Trump é apenas um velho figurante e já como pretendente a encabeçar o novo Reich. Corine Machado comemorou a destituição de Maduro, mas é desprezada por Trump. Maria Corina Machado, suposta líder da oposição, apoiou o candidato da oposição à presidência em 2024, Edmundo González Urrutia. Mas Donald Trump afirmou que a ganhadora do Prêmio Nobel não tem "apoio nem respeito" no seu país e que são os EUA que vão governar a Venezuela, em proveito das companhias americanas do petróleo, acrescentando que as forças americanas estão prontas para realizar uma segunda onda de ataques, "muito maior".
Que respondem a esta legitimidade os governos e políticos do ocidente ao oriente, a União Europeia e o mundo? Eis a questão!
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