1.4.26

Quando os loucos militaristas, guiam os cegos de Saramago

 

 

 O governo dos EUA publicou dois documentos que definem a sua política global, a Estratégia de Segurança Nacional e a Estratégica de Defesa Nacional. Neles se reafirma que o hemisfério ocidental, leia-se, todo o continente americano, deve ficar sob domínio americano (conforme prescreve a doutrina Monroe/Século XIX), na Europa os seus aliados são os partidos e governos de extrema-direita (da Nova Europa de Leste e da Velha Europa chauvinistas e autoritários) e que no Médio Oriente deve prevalecer a aliança com as monarquias do petróleo, sob tutela militar do Grande Israel, racista, neocolonialista e genocida, o seu principal proxy.
Na América Latina, essa política internacional anuncia que submeterá os países pela coação militar_ ocupação dos mares com os mais poderosos navios de guerra e golpes de mão, as sanções e boicotes, violentos, apoiará com fundos e propaganda a ascensão de partidos  e candidatos de extrema-direita_ Brasil, Honduras, Argentina, Bolívia, Venezuela…e não excluir a intervenção militar contra Cuba.


A natureza capitalista e imperialista dos governos

dos EUA e da Federação Russa_ Disputa e Partilha de Zonas de Influência

Os EUA e a Federação Russa são dois países capitalistas que concorrem, mas também partilham o mundo dos negócios e dos mercados/países/áreas de influência. As  mudanças de rota dos petroleiros russos que se dirigiam a Cuba, são o reflexo das contradições que atravessam as negociações do governo de Trump e do governo de Putin, que parecem tender para a entrega de Cuba aos EUA e  o reconhecimento do Donbass como território  reintegrado na Federação Rússia, ora se afastam desse compromisso, por força de movimentações populares e da opinião pública, mas também da evolução internacional para um mundo multipolar, muito graças à intervenção da República Popular da China, que não procura o hegemonismo e acrescenta aos cinco pilares da coexistência pacífica a constelação de iniciativa para um futuro comum da humanidade.

A diplomacia chinesa construiu o acordo de paz e cooperação entre o Irão e a Arábia Saudita, a resolução pacífica da guerra na Ucrânia, que o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Kuleba, elogiou, para logo ser demitido e o governo da Federação Russa aceitou como base negocial, reuniu em Pequim todos os grupos palestinianos, com o Hamas a reconhecer a autoridade palestiniana da OLEP, para tudo se perder na agressão dos EUA contra o Irã, a Palestina e o Líbano_ fomentada pelo governo genocida de Israel e a monarquia feudal da Arábia Saudita, enquanto os novos militaristas europeus continuavam por contra própria a alimentar os negócios transatlânticos que o secretário-geral da NATO , a Comissão Europeia e o Conselho da Europa, alimentam, em nome da defesa da martirizada Ucrânia e do fantasma da futura agressão russa à Europa.

A paragem da guerra, nas fronteiras atuais,  não significa legitimar a invasão russa nem esconder o golpe de estado de 2014, fomentado pelo governo dos EUA com a cumplicidade assumida de Macron e Merkel, seguido pela repressão dos apoiantes do presidente eleito em toda a multiétnica Ucrânia, que encontrou nas províncias do leste deste país, Crimeia, Luganks e Donetz, uma resistência armada dos seus milicianos, maioritariamente ucranianos de etnia russa, mas também grega, jugoslava…transformada em guerra civil de alta intensidade  até aos acordos de Minsk (2014) e depois de baixa intensidade, até à invasão da Federação Russa (2021).

Este episódio bélico , é também o resultado da alargamento da NATO para Leste, e inscreve-se nos outros dois pilares da estratégia de segurança e defesa nacional dos EUA (o primeiro, é a doutrina Monroe), elaborados já no início do século XX, que estabeleceram como fundamental o domínio da Eurásia (a Heartland, de Mackinder), sob pena do emergir de novas potências rivais, a Alemanha  industrializada do Kaiser e a imensamente rica Rússia do Império czarista e lhe associaram o controle dos mares e das costas (Rimland, de Spykman) que cercam essa espécie de ilha que é o coração da Eurásia.

Dos pivôs Geopolíticos ao Pesadelo Estratégico, dos EUA

Num corolário mais recente destas teses, a doutrina Brzezinski (presidência de Jimmy Carter), preconizava que a estratégia da de controle da orla marítima (Rimland) proporcionaria o controle do continente africano, onde a norte se situavam as riquíssimas reservas de carbonetos e minerais. Ele identificou zonas críticas na periferia da Eurásia (como a Europa Ocidental, o Médio Oriente e o Leste Asiático) enquanto peças que os EUA devem manter sob a sua esfera de influência ou aliança (através da NATO e de parcerias no Pacífico) para conter potências rivais.

Os "Pivôs Geopolíticos": Ele criou o conceito de países que funcionam como dobradiças ou portas de entrada para o acesso ao interior do continente. Para Brzezinski, países como a Ucrânia, o Azerbaijão, a Turquia e o Irão são vitais e pertence-lhe a visão estratégica que afirma "sem a Ucrânia, a Rússia deixa de ser um império eurasiático".

O Pesadelo Geoestratégico: Segundo Brzezinski, a maior ameaça para a estratégia norte-americana era a criação de uma "coligação anti hegemónica" que unisse o Heartland e partes do Rimland. Ele alertou especificamente para o perigo de uma grande aliança entre a Rússia (o núcleo do Heartland) e a China (uma gigante do Rimland com projeção para o Heartland), potencialmente unidas ao Irão.

 Eis porque a NATO se expandiu no leste europeu até à Ucrânia, contrariando as promessas feitas aos lideres russos que liquidaram a URSS, eis porque o exército americano veio combater na Europa as duas guerras mundiais, e se lançou na aventura militar do Sudão,  (rico em ouro, minerais e terra fértil), retomada hoje através dos Emiratos Árabes Unidos, o seu proxy e da invasão Afeganistão ( rico em terras raras, segundo o Pentágono), eis porque derrubou e assassinou os presidentes do Irão, entronizando a ditadura feudal do Xá, do  Iraque e da Líbia, porque ajudou a militarizar  e sufocar a breve Primavera Árabe, exauriu o governo da Síria e reabilitou um terrorista islâmico como seu presidente...e ainda, porque os EUA inventaram o conceito de “ocidente alargado”, para poderem instalara 6ª esquadra em Taiwan, cercar a China com bases militares, apoiar o renascimento do militarismo Japonês e Alemão, e fornecer à Austrália equipamentos nucleares, enfim, armar Israel com um arsenal atómico, que a Associação Internacional de Energia Atómica nunca pode controlar.

Mas porquê Cuba é a próxima vítima da agressão militar dos EUA?

A China tem vindo a apoiar significativamente a transição energética de Cuba, posicionando-se como um parceiro estratégico fundamental na modernização da infraestrutura elétrica da ilha. A China tem doado parques fotovoltaicos. Em novembro de 2025, um parque de 5 MW foi inaugurado em Guanajay, no município de Artemisa, parte de uma série de projetos conectados à rede elétrica nacional Esse apoio intensificou-se no início de 2026, com Pequim prometendo ajuda contínua, incluindo recursos financeiros e técnicos, contra a crise energética agravada na ilha. : A China comprometeu-se a apoiar Cuba na construção mais de 92 parques solares até 2028. Ajuda de Emergência: Em fevereiro de 2026, Pequim anunciou o envio de 80 milhões de dólares (cerca de R$ 416 milhões) em fundos de emergência para ajudar Cuba a enfrentar a grave crise energética provocada pela escassez de combustível. Diversificação da Rede Elétrica e transferência de tecnologias: Além da energia solar,  foi projetado o maior parque eólico da ilha.

Muitos dos que celebram o sofrimento da nação cubana, imposto pelo bárbaro boicote dos EUA, talvez não saibam que 600.000 profissionais de saúde cubanos combateram ao longo dos anos em África, como na Europa e na América Latina, em todos os continentes, as piores pandemias e catástrofes, incluindo o COVID 19, onde estiveram em 42 países e regiões (e, pela primeira vez, na Europa, Itália e Andorra), muitas vezes em missões humanitárias sem contrapartidas, merecendo o reconhecimento da ONU, da OMS e do próprio governo de Obama_ comprove o leitor estes factos recorrendo a essas fontes, e tome consciência que não há alternativa para a sua perda!

No Brasil, havia 10.000 médicos e outros profissionais da saúde na Amazônia e noutras regiões do interior, com base num acordo governamental com Cuba que vigorava desde os anos 60 e  o governo de Bolsonaro desrespeitou, forçando o seu regresso .. Um terço não regressou e fixou-se nas cidades mais desenvolvidas do Brasil, mas sem autorização para exercer medicina. O COVID devastou a Amazônia e propagou a mortandade por todo o Brasil, com mais de 700.000 vítimas.

Em 2021, dois documentos estratégicos foram apresentados ao mundo: A Iniciativa Global da China, que se orientava para a recuperação dos danos provocados pela pandemia, através de um reforço do livre comércio e da transição ecológica da economia, com vista a atingir os objetivos da Agenda das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável e o documento do Departamento de Segurança Interna (DHS) dos EUA  para combater “a ameaça chinesa” interna e internacional. DHS Strategic Action Plan to Counter the Threat Posed by the People’s Republic of China. A primeira vítima desta política foi a Iniciativa Global de  Investimento que abria as portas do mercado chinês ao investimento da EU, celebrado pela Comissão Europeia e boicotado pelos partidos pró-americanos do parlamento europeu, que apressou a recessão da Alemanha e o emergir de uma nova crise económica europeia, com inflação alta, carestia, juros elevados, preços especulativos na habitação.

No reino das baratas tontas: A Comissão Europeia e o Conselho da Europa

O General francês Michel Yakovleff  comparou a adesão à guerra de Trump contra o Irão a "comprar bilhetes baratos para o Titanic" depois de este já ter batido no icebergue.  Yakovleff não é um comentador qualquer. É um general de três estrelas, antigo comandante da Legião Estrangeira Francesa, que ocupou cargos de elevada responsabilidade na própria NATO. Por isso, quando questionado sobre os apelos desesperados de Trump para que a Europa se junte à sua catástrofe no Irão, a sua resposta teve um peso considerável.

Primeiro, Trump não compreende como uma aliança militar realmente deve funcionar. Não se pode lançar uma campanha de bombardeamento unilateral e depois convidar os aliados para executarem uma operação separada sob o seu comando. Não é assim que as alianças funcionam. Se Trump quer a NATO envolvida, a NATO assume o comando. Uma operação, uma bandeira, uma cadeia de comando. "Não creio que ele tenha percebido isso", disse Yakovleff.

Citemos aqui, o Almirante Gouveia e Melo, perante os discursos inflamados e contraditórios dos líderes europeus, que ameaçavam enviar para a Ucrânia destacamentos dos seus militares para garantir a segurança futura deste país, ou até na sequência de um precário cessar-fogo, que recordou a natureza defensiva dos estatutos desta aliança da guerra fria, pelo que não havia nenhum imperativo para enviar soldados portugueses para aquele país.

Segundo, ninguém sabe quais são os objetivos estratégicos reais. Além de forçar a abertura do Estreito de Ormuz, qual é o desfecho final? Mudança de regime? Contenção? Um acordo negociado? Trump não disse. Aparentemente não consegue dizer, porque ele próprio não sabe.

Terceiro_ não se pode coordenar uma campanha militar multinacional através de tweets que mudam a cada dois minutos. Se as nações aliadas vão colocar os seus soldados em perigo, precisam de objetivos explícitos e escritos por parte dos Estados Unidos. Como disse Yakovleff: "Será necessário que o próprio Trump saiba o que quer".

Quarto, há a questão fundamental da confiança. Trump já abandonou aliados antes e todos sabem que o faria novamente, sem hesitação, no momento em que fosse politicamente útil. Os Curdos sabem-no. Os Afegãos sabem-no. A Europa sabe-o. "Ele deixar-nos-ia ficar mal sempre que lhe conviesse", afirmou o general. Por que razão haveria qualquer nação de colocar tropas em risco por um líder com esse historial?

Quinto, Yakovleff citou um princípio que disse ter aprendido no U.S. Army War College: "Não se reforça o fracasso. Segue-se em frente. Procura-se outra coisa".

Arriscando as suas promessas eleitorais Trump ( e o primeiro-ministro do governo genocida de Israel) tentou lavar para a guerra os seus aliados: a  resposta global tem sido igualmente condenatória. O Japão disse não. A Austrália disse não. O Reino Unido disse não. A União Europeia disse não. Entretanto, os mísseis e drones iranianos tornaram o Estreito de Ormuz tão perigoso que as companhias de seguros não cobrem os petroleiros que por lá passam.

Vinte por cento do petróleo mundial flui normalmente por aquele estreito. Os preços do petróleo estão a disparar e os consumidores em todo o lado estão a senti-lo., nomeadamente nos EUA. Ele escalou o conflito. E, no processo, isolou a América dos seus aliados.

O Diretor-Geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, que cedera às pressões americanas para lançar a dúvida sobre a origem do COVID!9, condenou duramente os ataques dos EUA e de Israel contra locais civis no Irão e no Líbano (parte da estratégia do Grande Israel), classificando-os abertamente como "crimes de guerra" Escrevendo no X, Tedros sublinhou que "bombardear um hospital ou uma escola não é um 'erro de cálculo'" e que "matar um paramédico não é 'dano colateral'. Deixar civis passar fome não é uma 'tática de negociação'. São crimes de guerra. Ponto final."

A sua declaração surge quando o Irão reporta mais de 2.000 mártires e mais de 10.000 feridos na agressão  americano-israelita, incluindo centenas de crianças e mulheres, enquanto hospitais, escolas e instalações do Crescente Vermelho foram destruídos. E no Líbano as baixas civis se aproximam destes números, tal como o grau de destruição das infraestruturas civis, à semelhança trágica de Gaza.

Pode uma democracia continuar a sê-lo quando fomenta o genocídio, o terrorismo de estado, o assassinato e a o sequestro dos líderes de outros países, a violação deliberada do direito internacional, o retorno aos combustíveis fósseis e o desprezo pela crise e as tragédias ambientais, a guerra económica e militar sem limites?

E podem ser chamados democráticos os países que se alinham com esta política?

Uma estratégia de guerra que, em último objetivo, visa monopolizar o comércio do petróleo para subjugar a China, o Japão, a Coreia, a União Europeia...começa a indiciar uma derrota estratégica, aqui no domínio financeiro, com a moeda chinesa a destronar o dólar.  Chegámos a um ponto de viragem na ordem financeira global: um petroleiro indiano recebeu permissão de passagem pelo Estreito de Ormuz após liquidar suas taxas em Yuan chinês. Este evento marca um afastamento significativo do sistema do "petrodólar", sinalizando uma nova era onde o dólar americano já não é o único guardião do comércio de energia.

Portugal, neutralidade ou cumplicidade envergonhada nas guerras dos EUA e da União Europeia?

O CEO da empresa portuguesa que fabrica drones para o cliente ucraniano teve honras de entrevista televisiva e primeiras páginas. Ficámos a saber que, "por razões morais", a empresa em causa participa na guerra ao lado do governo atual da Ucrânia e esse estatuto moral rende 85 milhões de Euros! Não sabemos qual o preço em vidas que o lado russo paga por tal serviço. Mas seguramente, por causa deste facto proclamado pelo mais alto representante da empresa, Portugal e não só a dita, tem agora um pontinho vermelho no mapa da estratégia de retaliação da maior potência nuclear do mundo. É este mercado do sangue, que deve ser o nosso alvo de inovação e progresso tecnológico? Não nos basta a imensidão do território marítimo que devemos vigiar e preservar, e a defesa das nossas rotas marítimas de comércio com os países que falam português, os países irmãos e a Europa?

Quando o governo de Israel bombardeou uma embarcação da flotilha que se dirigia a Gaza, o governo da República não protestou sequer (honra, ao almirante Gouveia e Melo, que o exigiu), e logo depois deixou-se enganar com as falsas promessas que os cidadãos portugueses não seriam seviciados. Agora, permite que os aviões de reabastecimento dos EUA e os seus drones assassinos não só cruzem o nosso espaço aéreo, como usem a base das lajes como logística da agressão contra o Irão. O Ministro da Guerra dos EUA, agradeceu o quê? A Itália, a França, o Reino Unido, a Espanha…fizeram o contrário! A NATO é uma organização de defesa e a sua utilização como ponta de lança do imperialismo americano, uma violação do seu estatuto!

Portugal, ”o país do meio”, o Hub Global da  Era da Comunicação Cibernética

A neutralidade de Portugal no conflito entre as potências capitalistas, não é apenas do interesse nacional, mas também da própria Europa, da África e da América...e do mundo!

Portugal ocupa uma posição estratégica fundamental na rede global de comunicações, funcionando como um verdadeiro porto digital que liga a Europa ao resto do mundo. Cerca de 99% do tráfego internacional de dados (internet, chamadas, transações financeiras) passa por estes cabos submarinos, tornando-os infraestruturas críticas de segurança nacional.

Portugal possui quatro estações internacionais de amarração principais e várias estações nacionais que ligam o continente e as ilhas: Carcavelos (Cascais): Uma das estações mais importantes e históricas. Sesimbra: Ponto de chegada estratégico para vários sistemas internacionais.Sines: Um polo em crescimento, recentemente escolhido pela Google para o cabo Equiano e o futuro cabo Nuvem. Seixal: Outro ponto relevante na rede de conectividade. Açores e Madeira: Pontos essenciais para a resiliência da rede e soberania digital, com estações em Porto Santo e várias ilhas dos Açores.

Cabos em Destaque: Africa: Um dos maiores sistemas de cabos do mundo, amarrado em Carcavelos, que circunda o continente africano. Equiano (Google): Liga Portugal à África do Sul, com amarração em Sines. Nuvem (Google): Projeto em curso que liga Portugal (Sines e Açores) às Bermudas e aos Estados Unidos. EllaLink: A primeira ligação direta de alta capacidade entre a Europa (Sines) e a América do Sul (Brasil).

Por que são importantes para Portugal?

Hub Global de Dados: A localização geográfica privilegiada permite que Portugal seja o único país com ligações diretas por cabo a quase todos os continentes (exceto Antártida).

Atração de Investimento: A existência destes cabos atrai gigantes tecnológicos (como Google, Meta e Vodafone) e fomenta a construção de Data Centers gigantescos (como o Sines 4.0), criando um ecossistema de "economia de dados".

Soberania e Segurança: Garantem a independência digital da Europa e oferecem redundância em caso de falhas noutras rotas. Os novos SMART cables (como o anel CAM que liga o Continente, Açores e Madeira) também permitem a monitorização oceanográfica e alertas de sismos em tempo real.

Resiliência Energética: A integração com fontes de energia renovável a baixo custo em Portugal torna o país um destino ideal para o armazenamento e processamento de dados.

 

 

 

 

 

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