9.12.19

Crónica do golpe de estado na Bolívia, dos mandantes e cúmplices


Exma (o) Sra (o)
Informação TV. Jornalista Maria Flor Pedroso
RTP 1. Jornalista José Fragoso
RTP 2. Jornalista Teresa Paixão

Assunto: Crónica de um golpe de estado, dos mandantes e cúmplices.

agenda.informacao@rtp.pt


Factos e contraditório que a redação da RTP pode confirmar ou desmentir, cruzando as fontes disponíveis, no espaço cibernético e nas redes internacionais da comunicação social (anexo):

A RTP, estação do estado democrático de Portugal, anunciava hoje, que, depois das manifestações populares contra a fraude eleitoral, o povo na rua celebrava em festa a queda duma ditadura e o fim de “um regime de terror”, segundo as imagens, cartazes e a declaração de um popular, que escolheu como se fora a voz do povo boliviano!
Sem contraditório, sem contexto histórico político, omitindo fatos, que são do domínio público internacional, a RTP assumiu a função política de correia de transmissão dos golpistas.

6 questões para compreender a crise de Hong Kong








Índice

15.6.19

"Quando tiveres dúvidas, escreve!" (Diógenes Arruda)


Os partidos vitoriosos em Portugal celebram o lugar a que chegaram e esquecem que 33% dos votos com 69% de abstenções significa que vão para o Parlamento Europeu com o apoio de pouco mais de 10% dos eleitores nacionais, num caso e noutro, com uns 3% desses eleitores...
A abstenção e o voto branco, já não representam desinteresse pela política, mas em boa parte consciência (mesmo que difusa ou alienada) de que o poder não está no Parlamento Europeu, que ao elegermos deputados europeus não estamos afinal a escolher quem vai governar a Europa.
Mas se, pela primeira vez, a participação eleitoral sobe acima dos 50%, tal não pode significar o emergir de uma consciência primária da necessidade de substituir o Federalismo financeiro, que agora reina na União Europeia, por um Federalismo Democrático de estados soberanos capaz de enfrentar os males da globalização e a sua crise ambiental?
(Federalismo não significa o fim da soberania, mas o atual Federalismo que impõe aos países em dificuldades o orçamento austeritário significa de fato perda de soberania, o orçamento nacional é o principal instrumento de governação autónoma e soberana de qualquer tipo de democracia)
O Federalismo Democrático de estados soberanos, não enfrenta, ao mesmo tempo, os desafios da globalização e o nacionalismo chauvinista que é, aparentemente, a única via para proteger as nações do diktat dos mercados financeiros e dos seus obscuros agentes, fundos e empresas?
Há 8 anos, a crítica a um artigo de F. Louçã sobre o Federalismo e a questão da saída da União Europeia (que, neste ponto, mudou de opinião, legitimamente), cujo conteúdo se insere na reflexão acima exposta.

24.2.19

I. Cristo redentor, o ícone sagrado da revolução bolivariana




A tua fé é o que tu acreditas tendo disso consciência, e não o que acredita a tua Igreja…Digam a vossa verdade sempre (em particular quando pareça mais inoportuno dizê-lo) … e vereis a Deus e morrereis…É o melhor que podeis fazer num mundo de mentira: morrer por ver a Verdade (Unamuno, Don Miguel, 1906)

3.12.18

O pensamento de Xi Jinping


Para uma Nova Era do Socialismo com caraterísticas chinesas
 para a paz  e o desenvolvimento comum da Humanidade
                                       
Comunicação apresentada à Conferência realizada em Lisboa (Palácio da Ajuda), a 26 de novembro de 2018, sobre a obra teórica de XI Jinping, organizada pelo  Gabinete de Informação do Conselho de Estado da China, a Embaixada da República Popular da China em Portugal e o Grupo da Publicação Internacional da China.

8.5.18

“Pela Glória, quem não faria grandes coisas, mas quem as faz pelo esquecimento?” Ou, as memórias de um oficial de Abril, que sacrificou a sua carreira para se opor à guerra civil e proteger os camaradas de armas






"Todos tinham armas (MDLP, PS…)… não foi entregue qualquer cartucho. Tratou-se portanto de armas sem munições, incapazes de dar um tiro… Se os comandos legais sem força militar (COPCON) anunciassem que dispunham de uma milícia de 10.000 homens, tal bluff podia travar as forças que assaltavam o poder e levá-las a negociar.
Foi o que aconteceu… Interessava mais ao Exército um bode expiatório isolado e sozinho do que um grupo de Oficiais implicados naquele desvio de armamento.” ( Das memórias, do capitão de Abril Álvaro Fernandes 

26.6.17

Eleições legislativas em França:


Os resultados, para além das aparências e um sistema eleitoral que distorce a representação do voto popular