21.11.15

As causas políticas da guerra e do terrorismo nos países árabes e na Europa



Devemos chorar todos os nossos mortos, cristãos e muçulmanos, xiitas e sunitas, vítimas inocentes da guerra e do terrorismo e, para além do luto e das medidas antiterroristas, procurar as suas causas políticas.

20.10.15

A "prova real"

Ensinaram-me, na escola primária, a verificar a exatidão das contas através de duas provas, uma das quais era a prova real por operação inversa. A ela recorro de novo, aplicada à atual conjuntura política. 



5.10.15

“Uma vitória de Pirro” e o fim do bipartidarismo


Um coro em uníssono de comentadores, em todas as estações de televisão, rádio e jornais, proclama o extraordinário acontecimento: a coligação PSD e CDS, depois de quatro anos de governo austeritário, ganhou as eleições! Excecional acontecimento político, fracasso do líder do PS!?
Sujeitemos a vitória ao critério dos fatos políticos incontestáveis.

26.9.15

“Uma vitória (?) de Pirro”


 

Um coro uníssono de comentadores, em todas as estações de televisão, rádio e jornais, proclama o quase milagre: a coligação PSD e CDS, depois de quatro anos de governo austeritário, pode ganhar as eleições! Extraordinário mérito político, fracasso do líder do PS!?

21.7.15

A proposta federalista de F. Hollande e a segregacionista de E. Merkell (ou do AfD)?


 
 
A proposta de Hollande para o governo da União Europeia tem três anos e foi incluída no programa eleitoral que venceu as presidenciais francesas em maio de 2012, sob o slogan “ Le Rêve Français”.

9.7.15

A China no contexto da II Guerra Mundial.

Assembleia da República. 08.07.2015
A omissão da história.  As  causas da II Guerra Mundial e a invasão da China
O contributo militar da China para a derrota do fascismo mundial. A Nova China e o problema da Paz. A Coexistência Pacífica

14.6.15

Aniversary of Álvaro Cunhal dead: April 25 Portuguese democratic revolucion of 1974/75


Will be said that it lead the Portuguese democratic revolution, initiate in 25 of April of 1974, to the side of the civil war, as if, in the other side, blows and rifles for the civil war were not added.

20.2.15

Portugal/China: 35 anos de cooperação

Assista aqui:
Ao programa Sociedade Civil, da RTP2, do dia 19 de fevereiro, que foi para o ar com o tema "Portugal/China: 35 anos de cooperação", tendo como convidados António dos Santos Queirós, Pedro Choy, Rui Lourido e Y Ping Chow



http://www.rtp.pt/play/p1490/e184800/sociedade-civil-2014

 Para abrir a gravação é necessário procurar na página inferior a imagem correspondente ao dia 19 e abrir o vídeo, que começa após um rápido anúncio.
 

23.1.15

Porque se mata em nome de Deus?


“Em forma de oração:

 Nesta hora, que é de luto e de raiva, rogo a mim mesmo que nunca me esqueça que as primeiras vítimas dos terroristas árabes são os seus próprios povos e que a guerra contra o terrorismo, como todas as guerras, exige sempre uma solução política!”

23.9.14

O Regresso às Pátrias


"Esta é a ditosa pátria minha amada,
à qual se o Céu me dá que eu sem perigo
torne, com esta empresa já acabada,
acabe-se esta luz ali comigo”
                                       Luís de Camões, Canto III, Verso 21
“Esta é a ditosa pátria minha amada. Não.
 Nem é ditosa,  porque o não merece.
 Nem minha amada, porque é só madrasta.”
                                      Jorge de Sena,  (Araraquara, Brasil. 1961)

31.5.14

Europa, o fim do monopólio de dois partidos


Até ao início da crise financeira em 2008 e a sua transformação, a partir de 2010,  em crise da dívida soberana e de austeridade para as nações e os povos, pela ação conjugada dos governos socialistas e conservadores, estes partidos, filiados no S&D_Grupo da Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas no Parlamento Europeu e no PPE_Grupo do Partido Popular Europeu (Democratas-Cristãos), monopolizaram praticamente os governos da Europa (no Reino Unido, o partido no poder filia-se nos Conservadores e Reformistas Europeus), e distribuíram entre si os lugares cimeiros da burocracia comunitária, da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu. Tal como em Portugal, onde os seus líderes e a sua clientela política, financeira e de “comentadores políticos”, proclamaram a prevalência dos três partidos do “arco do poder” até à consumação da democracia.

26.4.14

Como a revolução democrática de Abril de 74, em Portugal, influenciou o mundo


A guerra colonial foi o maior crime do regime fascista de Portugal. Custou à nação portuguesa mais de 9.000 mortos e mais de 100.000 feridos (proporcionalmente mais perdas que os americanos no Vietname) e fez um número superior de baixas nos povos e guerrilheiros das três frentes militares, Angola, Moçambique e Guiné.

13.3.14

Manifestação das Forças Armadas apela à participação cidadã


O movimento das forças armadas (e das forças policiais) é um movimento político  democrático e constitucionalista. Não é nem revolucionário, nem corporativo, nem ilegal. E, nessa medida, representa toda “a família militar”, que, em Portugal, por imperativo da  herança   histórica da guerra colonial, engloba  tendencialmente “Todo o povo português”,  como  o afirma a AOFA no apelo à participação na manifestação nacional de 15 de Março,

8.3.14

Manifestação da Família Militar: 15 de Março

Apelo da AOFA_ Associação dos Oficiais das Forças Armadas:
"Atenção Militares, Ex-Militares, Ex-Combatentes, Alunas e Ex-Alunas do Instituto de Odivelas (IO), Alunos e Ex-Alunos do Colégio Militar, Alunos e Ex-Alunos dos Pupilos do Exército e respectivos Familiares de TODOS. TODOS fazemos parte da Família Militar!"
 
A posição do Ministro da Defesa:"As Forças Armadas falam pela voz dos chefes militares, que representam 34 mil homens e mulheres. As associações representam os seus associados, que são quatro mil. Depois existem tenentes-generais reformados. Até há uma expressão nas Forças Armadas que diz que os generais no activo são muito reservados e na reserva são muito activos. O ministro não é ministro nem das corporações nem dos tenentes-generais reformados"
 
 

24.2.14

Sobre o processo de tomada de consciência política das FA ( e policiais)


 
Não havendo guerra colonial e milicianos contra a guerra, onde se forjou a revolução democrática de Abril, a agressão financeira da troika e o papel de governo colaboracionista, que é o de Passos Coelho ( colaboracionista como o de Vichy na II Guerra), encarregaram-se de fazer nascer essa progressiva consciência política e de mobilizar os militares profissionais ( e as forças policiais) para a luta democrática.

26.1.14

"Pôr fim ao estado a que chegámos"! Porque “Os limites (constitucionais) foram ultrapassados!”


 “Quando o chefe supremo das Forças Armadas e presidente da República se torna cúmplice político desta ofensiva sem quartel para desmantelar as funções de soberania das Forças Armadas portuguesas, temos de reconhecer no pronunciamento político dos oficiais na reserva e no ativo, que se anuncia para o encontro nacional de 22 de Fevereiro, e falo como paisano, um ato de coragem política, cívica e militar, que desafia a besta financeira internacional e clama pela participação política e pela livre expressão da vontade coletiva da nação portuguesa”.

6.1.14

O legado de Eusébio

http://www.dn.pt/inicio/opiniao/jornalismocidadao.aspx?content_id=3619957



Não importa agora que todos o chorem, mesmo aqueles que, no próprio Estádio da Luz, o assobiaram em 1976, quando, crivado de cicatrizes e com um joelho desfeito, o mercado de futebol o dispensou.
E aqueles outros, que o tentaram manipular como símbolo de um império multirracial e colar a sua imagem à ambição de poder partidário.
Nas suas últimas entrevistas, deixou duas mensagens claras, uma para a morte outra para a vida:

27.9.13

Eleições alemãs: Afinal, Merkel perdeu mais do que ganhou


Quem percorre a comunicação social portuguesa e grande parte da comunicação internacional, depara-se com a exaltação da vitória de Merkel, inquestionável como primeiro partido nos votos, mas que escamoteia a mudança da correlação de forças na política alemã a favor da esquerda, plural.

24.7.13

A farsa política e a crise geral nacional


Significado de Farsa: comédia. Sinónimos: aleivosia, falsidade, fingimento, hipocrisia, impostura, perfídia, traição e tredice.   Dicionário da Língua Portuguesa

O quadro político de uma crise geral nacional é o de uma situação em que o tecido económico e social se rompe e entra em colapso, em que “os de cima”, os partidos que foram do anticonstitucional arco do poder, já não podem governar como dantes, mas, “os de baixo”,  não têm ainda consciência política e organização política para avançar numa alternativa de poder.

18.9.12

Não há alternativa para a diminuição das taxas de juro. Ou, 10 coisas que precisamos saber para formular um juízo crítico sobre a dívida soberana e os credores


1. Portugal vai ter de pagar um total de 113 mil milhões de euros pelo empréstimo da troika. Ao envelope de 78 mil milhões de euros acrescerão quase 35 mil milhões em juros e comissões (34 mil milhões em juros e 655 milhões em comissões), como informa o ministério das Finanças, cobrados pela Europa e o Fundo Monetário Internacional (FMI). 
Isto é, a "ajuda externa" vem com uma sobrecarga de 45%, como mostra a resposta do secretário de Estado do Orçamento, Luís Morais Sarmento, ao deputado do PCP, Honório Novo, divulgada pela Lusa em 25/11/2011. E é por isso que a ajuda fica entre aspas, não é ajuda, mas negócio com juros pesadíssimos.

10.9.12

Síria: A revolução truncada


A primeira vaga da revolução democrática nos países árabes apanhou de surpresa as potências mundiais.
A sua riqueza em petróleo, gaz natural, minerais e reservas financeiras, partilhada entre as oligarquias locais e as grandes empresas e consórcios financeiros, do ocidente e do leste, chocava com um grande movimento popular de revolta, que exigia liberdade política, pão e progresso social. Uma profunda inquietação invadiu então o mundo dos negócios e das finanças. 

20.7.12

Vox populi: “Chamar os bois pelos cornos!”


O mito da confiabilidade dos mercados financeiros

Segundo o relatório do Banco de Portugal os bancos portugueses reduzem cada vez mais o crédito às famílias e empresas, incluindo os setores exportadores e continuam a orientar o seu negócio para a compra da dívida pública nacional, ao adquirirem mais sete mil milhões de euros só no primeiro trimestre de 2012, atingindo assim um valor e um risco de 29,7 mil milhões! Ora o conjunto do valor das ações bolsistas dos bancos privados não chega a valer hoje sequer 3 mil milhões!? Eis uma tendência transversal à zona euro nos últimos meses, com os bancos a aproveitar o excesso de liquidez oferecido pelos leilões do BCE para adquirir ativos com elevadas taxas de juro. Os bancos privados conseguem financiamento a 1% e aproveitam os rendimentos ( ‘yields') dos títulos de dívida pública que, no caso português, rondam os 12%. Mas os bancos nacionais, como a CGD, não têm aquele direito, por força da legislação comunitária!

26.4.12

Europa, a hora das reformas ou da crise geral nacional

Dinamarca…França, Grécia…Alemanha!
Quando se realizaram as eleições gerais na Dinamarca em 2011, a 15 de setembro, para eleger 179 deputados ao Folketinget - o Parlamento da Dinamarca, os povos europeus, esmagados pela austeridade, nem se aperceberam da vitória do Bloco Vermelho (Centro-Esquerda) com 89 lugares conquistados, face ao Bloco Azul (Centro-Direita) com 86 lugares.

 O Bloco Vermelho - Rød blok - de centro-esquerda, é composto pelo Partido Social-Democrata, pelo Partido Popular Socialista, pela Esquerda Radical e pela Aliança Verde-Vermelha.

Mas a notícia recente de que alguns bancos dinamarqueses tinham rescindido os seus contratos com as agências de rating americanas, constitui o sinal de que este poder obscuro do capital financeiro mundial se tornou intolerável, mesmo para os seus pares nacionais.

25.1.12

INICIATIVA _ PAC 22 de Janeiro de 2012. Contribuição para a crítica da economia agrária capitalista no século XXI em Portugal

Distinguir propostas políticas legislativas da acção política nos campos

Na minha opinião o debate político sobre a agricultura e a PAC, se é necessário, por não fazer parte da cultura geral dos militantes da esquerda, deve ser completado e articulado com a discussão acerca da questão camponesa, isto é, sobre a política da esquerda para os campos.

E nesse sentido, incorporar, de um ponto de vista crítico e da auto crítica, a herança de luta política no mundo rural dos militantes e partidos que constituem as famílias políticas da esquerda, nas suas diferenças e conflitos, ainda mais ignorada das novas gerações de militantes.

Foi nesta perspectiva que intervim no debate sobre a Iniciativa PAC, recentemente realizado em Lisboa, afirmando em síntese o que já constituía na altura o conteúdo essencial desta opinião crítica. Em anexo, junto-lhe uma nota histórica sobre o tema, que a estrutura deste debate não permitiu integrar com clareza.

10.1.12

É lamentável que as 19 empresas do PSI 20 tenham desistido do país?

“A moral da economia de mercado é esta e assim sendo, só por ilusão se pode censurar um empresário por “desistir de Portugal”. Esta é a moral do capital, que tem pátria, mas raramente é patriota e é sobre as suas regras que todos, exploradores e explorados, vivemos na Europa democrática.”

29.12.11

Coreia e China: Vulgaridades, barbaridades e diferenças

Abordamos neste artigo, longo e árido, sete temas que são fundamentais para nos libertarmos do“pensamento único”, para compreender e transformar o mundo em que vivemos: A globalização do pensamento único através da comunicação social. O mito dos “estados comunistas”. A omissão da história. O estado de guerra. O estado social e a sua génese. A mutilação da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Duas oligarquias.
E fornecemos ao leitor paciente, duas chaves de entendimento: Uma para o passado, O paradoxo político da URSS: o testamento político de Stáline e a degeneração do estado soviético e outra para o futuro, As lições da Guerra da Coreia e as reformas do estado chinês.”

19.12.11

Em defesa do debate político

Chegou a vez de Passos Coelho... após dizer: “Estamos com uma demografia decrescente, como todos sabem, e portanto nos próximos anos haverá muita gente em Portugal que, das duas uma: ou consegue nessa área fazer formação e estar disponível para outras áreas ou, querendo manter-se sobretudo como professores, podem olhar para todo o mercado da língua portuguesa e encontrar aí uma alternativa”, explicou.

16.12.11

Elogio da Loucura

Angela Merkel elogiou Portugal afirmando que "se pode basear num amplo consenso para prosseguir as necessárias medidas de reforma e consolidação", considerando "muito encorajadoras" as previsões sobre o défice orçamental português, que deverá descer para 4,5 por cento em 2011.

8.12.11

Iniciativa de Auditoria Cidadã à Dívida Pública

Os cidadãos de Portugal continuam a desconhecer a origem, a composição e os valores rigorosos da dívida pública portuguesa. A propaganda partidária instalou na consciência dos cidadãos a ideia de que a dívida pública se ficou a dever sobretudo aos gastos com as funções sociais do estado, nomeadamente o serviço nacional de saúde, a escola pública, a generalização da segurança social e o desenvolvimento do sector empresarial do estado e das autarquias.

2.12.11

A desordem neo-liberal faz nascer monstros

“…se um observador independente aterrasse em pleno centro dos acontecimentos, concluiria que houve mais violência e desordem no Estádio da Luz do que em toda a Greve Geral!”

O director nacional da PSP avisou que “não quer dizer que nós não tenhamos que ser violentos”, concretizando que “é possível que tenhamos algumas actuações que poderão chocar certas pessoas” e que bastões e pistolas “são para ser usados”, se necessário e em resposta proporcional.

23.11.11

A manifestação dos militares de 12 de Novembro e a democracia

“…O significado político da sua manifestação e falo como paisano, comparo-a à grande manifestação dos professores contra a política do anterior governo, que foram capazes de superar divisões e preconceitos, ocupando o lugar das vanguardas burguesas e operárias que agiam em defesa, não apenas dos seus interesses de classe, mas do que consideravam causa pública e nacional.”

7.11.11

Entre o caos e a reforma, o “perdão” é uma “meia culpa”

Perdão ou meia-culpa?

O primeiro-ministro e o presidente da República afirmam que estão contra um eventual” perdão da dívida” a Portugal, por extensão do que vai ser concedido à dívida grega, porque, enquanto houvesse memória, os mercados financeiros continuariam a desconfiar de Portugal e a não querer financiar a dívida portuguesa.
Discordo do conceito de perdão, que pressupõe, do outro lado uma entidade íntegra, perfeita e omnisciente, detentora da verdade e das virtudes em economia, isto é, os “mercados financeiros”. Ora, a dívida grega a 10 anos chegou a atingir um juro de 75%, e não me parece que haja na economia real nada que justifique este nível de juros, do valor do dinheiro no mercado, a não ser a “culpa” da mais desenfreada especulação.

19.9.11

Razão e imperativo ético do bastonário da Ordem dos Médicos

"Conforme é defendido em várias revistas médicas internacionais de grande prestígio deve ser instituído um imposto sobre a fast food e outros alimentos não saudáveis como o sal, os hambúrgueres, os venenosos pacotes de batatas fritas e as embalagens de dezenas de variedades de lixo alimentar". (Expresso, 05.09.2011)

3.9.11

Discurso sobre a cegueira

“…se eu fosse português e, primeiro-ministro, e quisesse uma vez mais disfarçar a falta de um pensamento político próprio e de uma ideia de democracia para o mundo, diria lastimosamente que o drama da Líbia foi “uma espécie de 25 de Abril”, já que não passo de mais um pobre cego, um dos cegos do ensaio do nosso (grande) Saramago!”

11.8.11

O pesadelo neo-liberal faz nascer monstros

O que vimos nas ruas de Londres e depois Manchester e outras cidades inglesas foram jovens de todas as etnias.
O governo conservador afirma que os motins foram o resultado da falta de polícia nas ruas e são culpa do falhanço educativo das famílias e não da sua política.

2.8.11

Os aprendizes de feiticeiro e a agonia da banca nacional

A oligarquia política que se instalou no PS e no PSD enterrou no BPN cerca de 5 mil milhões de Euros, nacionalizando mais de 2 mil milhões das suas dívidas com o Governo Sócrates e, já no governo de Passos Coelho, cobrindo com outros 2 mil milhões os custos da sua privatização e venda ao BCI luso-angolano, por apenas quarenta milhões; ao mesmo tempo que lançava um pesado imposto sobre o subsídio de Natal dos trabalhadores e quadros, isentando os rendimentos financeiros, elevava os custos dos transportes públicos e entregava aos accionistas da PT e da EDP sem contrapartidas o poder que as acções especiais do Estado detinha nessas sociedades, aumentando de imediato o seu valor no mercado.

5.7.11

Miséria do Estado e Estado Miserável. Porque perdeu a esquerda as eleições

Porque perdeu a esquerda as eleições!?
Perante a crise e o peso insuportável da dívida soberana, o estado da República de Portugal, o primeiro estado nacional verdadeiramente democrático para todos os cidadãos, no que respeita ao reconhecimento pela Constituição, que não na vida real, da igualdade de direitos políticos e sociais face ao poder e às leis, independentemente da classe, género ou cor da pele, o estado democrático, é retratado como um monstro gorduroso, confundindo democracia e desgoverno.

21.4.11

Ética política, eleições e violência verbal

O “caso Fernando Nobre” tem servido de base ao discurso crispado sobre a moral e a ética políticas. Confunde-se a moral partidária com a ética, que não tem partido. E eleva-se o tom da violência verbal, como se não fosse ela que prepara a violência política.

24.3.11

A catástrofe iminente e o caminho para a esconjurar

O Presidente, este Governo e os partidos do chamado arco do poder, subverteram o princípio organizador da democracia, a subordinação do poder económico ao poder político e transformaram-se, eles próprios, na clientela política dos maiores empresários e financeiros…

E o problema passou a ser se os líderes europeus, sem coragem política para enfrentar o poder da oligarquia financeira, querem construir uma comunidade democrática e solidária, ou escolhem de novo a via do pan-germanismo, agora em direcção aos mercados abertos e desregulados do Leste.

10.2.11

A África da revolução e da democracia: a hora do Egipto

Nelson Mandela escreveu no seu Diário Íntimo:

“A situação real no terreno pode justificar o recurso à violência, que mesmo os homens e mulheres bons podem ter dificuldade em evitar. Mas mesmo nestes casos a utilização da força deverá ser uma medida excepcional, cujo objectivo primordial deverá ser o de criar o ambiente necessário para soluções pacíficas. São estes homens e mulheres bons que constituem a esperança do mundo.”

5.2.11

O Monstro, o Bom e o Mau Estado, e o Nobel

Perante a crise e o peso insuportável da dívida soberana, o estado da República de Portugal, o primeiro estado nacional verdadeiramente democrático para todos os cidadãos, no que respeita ao reconhecimento pela Constituição, que não na vida real, da igualdade de direitos políticos e sociais face ao poder e às leis, independentemente da classe, género ou cor da pele, o estado democrático, é retratado como um monstro, confundindo democracia e desgoverno.

9.1.11

Discurso sobre o Medo

…O Presidente, este Governo e os partidos do chamado arco do poder, subverteram o princípio organizador da democracia, a subordinação do poder económico ao poder político e transformaram-se, eles próprios, na clientela política dos maiores empresários e financeiros…

“…

Ah o medo vai ter tudo

tudo

(Penso no que o medo vai ter

e tenho medo

que é justamente

o que o medo quer)

…”

9.12.10

Da vida e morte de José Saramago

José Saramago nasceu a 16 de Novembro e escreveu os seus poemas possíveis muitos anos antes da sua escrita conhecer a notoriedade mundial e não sei se alguma vez leu o texto que Hubert Reeves, astrónomo franco-canadiano, dedicou à natureza humana, reconhecendo no aforismo que nos reduzia ao pó, que somos…, afinal, “poeira das estrelas”! Das suas fornalhas emergiram os nossos átomos e elevaram-se, na obra de Saramago, à “glória solar do pensamento”.

14.11.10

A China, que desconhecemos e os direitos humanos

…A China introduziu nas ciências políticas um novo paradigma que baralha os dogmas da história: um país, dois sistemas.
…O mundo é mais complexo do que o modo como o representam os dogmáticos de todas as cores e é nessa diferença que reside a nossa esperança de evitar a catástrofe iminente.

17.7.10

O Estado da Nação e as Alternativas

Devemos levar a sério as acusações recíprocas dos dirigentes do PS e do PSD, que se responsabizam mutuamente pelas dificuldades da país.

17.7.07

Turismo e Desenvolvimento: Para além da OTA e do TGV


Resumo:
O país que somos, com as suas grandes regiões sujeitas ao ermamento e ao flagelo crescente dos incêndios, continuará "a ver passar os comboios e aviões", se reduzir o debate à importância dos "litoralizados" OTA e TGV enquanto única ligação estratégica à Espanha, à Europa e ao Mundo, atribuindo-lhe papel decisivo, como se constituíssem, por si só, o elo da cadeia que conduzirá o país a uma nova etapa de desenvolvimento."
“...A existência dessa rede de aeroportos em Espanha, a par do incremento da oferta do turismo cultural, constituíram factores decisivos para suster a queda do número de turistas e aumentar o seu valor acrescentado..."

19.6.05

In death's of the Communist Álvaro Cunhal:a Bread and Roses World?

Will be said that it lead the Portuguese democratic revolution, initiate in 25 of April of 1974, to the side of the civil war, as if, in the other side, blows and rifles for the civil war were not added.

17.6.05

Dans le décès du Communiste Álvaro Cunhal: Un Monde de Pain et Roses ?



De lui on dira qu’il a conduit la révolution démocratique portugaise, initiée le 25 avril 1974, au côté de la guerre civile, comme si, de l'autre côté, ne s'ajoutaient pas des coups et des fusils pour la guerre civile.

14.6.05

Na morte do comunista Álvaro Cunhal: Um Mundo de Pão e Rosas?

Dele se dirá que conduziu a revolução democrática portuguesa, iniciada em 25 de Abril de 1974, à beira da guerra civil, como se, do outro lado, não se somassem golpes e espingardas para a guerra civil.

22.5.05

Iberismo Espiritual e Iberismo Político

Notas breves sobre o Iberismo espiritual e iberismo político_As Gerações de 70 e de 98

Unamuno pugnou por um Iberismo espiritual e pelo mútuo conhecimento das culturas dos dois países, partilhado também com Vitorino Nemésio, não apenas na Península mas igualmente no espaço Ibero-Americano.[1]

"Es una obra de amor y cultura hacer que Portugal y España se conozcan mutuamente. Porque el conocerce es amarse."[2]

Turismo: Região Centro_Nova imagem de marca

Contributo para a reflexão acerca da imagem de marca regional

21.5.05