“Quando o chefe supremo das
Forças Armadas e presidente da República se torna cúmplice político desta
ofensiva sem quartel para desmantelar as funções de soberania das Forças
Armadas portuguesas, temos de reconhecer no pronunciamento político dos
oficiais na reserva e no ativo, que se anuncia para o encontro nacional de 22
de Fevereiro, e falo como paisano, um ato de coragem política, cívica e militar,
que desafia a besta financeira internacional e clama pela participação
política e pela livre expressão da vontade coletiva da nação portuguesa”.
Opinião sobre problemas sociais e políticos do desenvolvimento sustentável. Ambiente e património.Mundo Rural. Iberismo.
26.1.14
6.1.14
O legado de Eusébio
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/jornalismocidadao.aspx?content_id=3619957
Não importa agora que todos o chorem, mesmo
aqueles que, no próprio Estádio da Luz, o assobiaram em 1976, quando, crivado
de cicatrizes e com um joelho desfeito, o mercado de futebol o dispensou.
E aqueles outros, que o tentaram
manipular como símbolo de um império multirracial e colar a sua imagem à
ambição de poder partidário.
Nas suas últimas entrevistas,
deixou duas mensagens claras, uma para a morte outra para a vida:
27.9.13
Eleições alemãs: Afinal, Merkel perdeu mais do que ganhou
Quem percorre a comunicação
social portuguesa e grande parte da comunicação internacional, depara-se com a
exaltação da vitória de Merkel, inquestionável como primeiro partido nos votos,
mas que escamoteia a mudança da correlação de forças na política alemã a favor
da esquerda, plural.
24.7.13
A farsa política e a crise geral nacional
Significado de Farsa:
comédia. Sinónimos: aleivosia, falsidade, fingimento, hipocrisia, impostura,
perfídia, traição e tredice. Dicionário da Língua Portuguesa
O quadro político de uma crise geral
nacional é o de uma situação em que o tecido económico e social se rompe e
entra em colapso, em que “os de cima”, os partidos que foram do anticonstitucional
arco do poder, já não podem governar
como dantes, mas, “os de baixo”, não têm
ainda consciência política e organização política para avançar numa alternativa
de poder.
18.9.12
Não há alternativa para a diminuição das taxas de juro. Ou, 10 coisas que precisamos saber para formular um juízo crítico sobre a dívida soberana e os credores
1. Portugal vai ter de pagar um total de 113 mil milhões de euros pelo empréstimo da troika. Ao envelope de 78 mil milhões de euros acrescerão quase 35 mil milhões em juros e comissões (34 mil milhões em juros e 655 milhões em comissões), como informa o ministério das Finanças, cobrados pela Europa e o Fundo Monetário Internacional (FMI).
Isto é, a "ajuda externa" vem com uma sobrecarga de 45%, como mostra a resposta do secretário de Estado do Orçamento, Luís Morais Sarmento, ao deputado do PCP, Honório Novo, divulgada pela Lusa em 25/11/2011. E é por isso que a ajuda fica entre aspas, não é ajuda, mas negócio com juros pesadíssimos.
10.9.12
Síria: A revolução truncada
A primeira vaga da revolução
democrática nos países árabes apanhou de surpresa as potências mundiais.
A sua riqueza em petróleo, gaz
natural, minerais e reservas financeiras, partilhada entre as oligarquias
locais e as grandes empresas e consórcios financeiros, do ocidente e do leste,
chocava com um grande movimento popular de revolta, que exigia liberdade
política, pão e progresso social. Uma profunda inquietação invadiu então o
mundo dos negócios e das finanças.
20.7.12
Vox populi: “Chamar os bois pelos cornos!”
O mito da confiabilidade dos mercados financeiros
Segundo o relatório do Banco de
Portugal os bancos portugueses reduzem cada vez mais o crédito às famílias e
empresas, incluindo os setores exportadores e continuam a orientar o seu
negócio para a compra da dívida pública nacional, ao adquirirem mais sete mil
milhões de euros só no primeiro trimestre de 2012, atingindo assim um valor e
um risco de 29,7 mil milhões! Ora o conjunto do valor das ações bolsistas dos
bancos privados não chega a valer hoje sequer 3 mil milhões!? Eis uma tendência
transversal à zona euro nos últimos meses, com os bancos a aproveitar o excesso
de liquidez oferecido pelos leilões do BCE para adquirir ativos com elevadas
taxas de juro. Os bancos privados conseguem financiamento a 1% e aproveitam os
rendimentos ( ‘yields') dos títulos de dívida pública que, no caso português,
rondam os 12%. Mas os bancos nacionais, como a CGD, não têm aquele direito, por
força da legislação comunitária!
26.4.12
Europa, a hora das reformas ou da crise geral nacional
Dinamarca…França, Grécia…Alemanha!
Quando se realizaram as eleições gerais na Dinamarca em 2011, a 15 de setembro, para eleger 179 deputados ao Folketinget - o Parlamento da Dinamarca, os povos europeus, esmagados pela austeridade, nem se aperceberam da vitória do Bloco Vermelho (Centro-Esquerda) com 89 lugares conquistados, face ao Bloco Azul (Centro-Direita) com 86 lugares.
O Bloco Vermelho - Rød blok - de centro-esquerda, é composto pelo Partido Social-Democrata, pelo Partido Popular Socialista, pela Esquerda Radical e pela Aliança Verde-Vermelha.
Mas a notícia recente de que alguns bancos dinamarqueses tinham rescindido os seus contratos com as agências de rating americanas, constitui o sinal de que este poder obscuro do capital financeiro mundial se tornou intolerável, mesmo para os seus pares nacionais.
25.1.12
INICIATIVA _ PAC 22 de Janeiro de 2012. Contribuição para a crítica da economia agrária capitalista no século XXI em Portugal
Distinguir propostas políticas legislativas da acção política nos campos
Na minha opinião o debate político sobre a agricultura e a PAC, se é necessário, por não fazer parte da cultura geral dos militantes da esquerda, deve ser completado e articulado com a discussão acerca da questão camponesa, isto é, sobre a política da esquerda para os campos.
E nesse sentido, incorporar, de um ponto de vista crítico e da auto crítica, a herança de luta política no mundo rural dos militantes e partidos que constituem as famílias políticas da esquerda, nas suas diferenças e conflitos, ainda mais ignorada das novas gerações de militantes.
Foi nesta perspectiva que intervim no debate sobre a Iniciativa PAC, recentemente realizado em Lisboa, afirmando em síntese o que já constituía na altura o conteúdo essencial desta opinião crítica. Em anexo, junto-lhe uma nota histórica sobre o tema, que a estrutura deste debate não permitiu integrar com clareza.
10.1.12
É lamentável que as 19 empresas do PSI 20 tenham desistido do país?
“A moral da economia de mercado é esta e assim sendo, só por ilusão se pode censurar um empresário por “desistir de Portugal”. Esta é a moral do capital, que tem pátria, mas raramente é patriota e é sobre as suas regras que todos, exploradores e explorados, vivemos na Europa democrática.”
29.12.11
Coreia e China: Vulgaridades, barbaridades e diferenças
“Abordamos neste artigo, longo e árido, sete temas que são fundamentais para nos libertarmos do“pensamento único”, para compreender e transformar o mundo em que vivemos: A globalização do pensamento único através da comunicação social. O mito dos “estados comunistas”. A omissão da história. O estado de guerra. O estado social e a sua génese. A mutilação da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Duas oligarquias.
E fornecemos ao leitor paciente, duas chaves de entendimento: Uma para o passado, O paradoxo político da URSS: o testamento político de Stáline e a degeneração do estado soviético e outra para o futuro, As lições da Guerra da Coreia e as reformas do estado chinês.”
19.12.11
Em defesa do debate político
Chegou a vez de Passos Coelho... após dizer: “Estamos com uma demografia decrescente, como todos sabem, e portanto nos próximos anos haverá muita gente em Portugal que, das duas uma: ou consegue nessa área fazer formação e estar disponível para outras áreas ou, querendo manter-se sobretudo como professores, podem olhar para todo o mercado da língua portuguesa e encontrar aí uma alternativa”, explicou.
16.12.11
Elogio da Loucura
Angela Merkel elogiou Portugal afirmando que "se pode basear num amplo consenso para prosseguir as necessárias medidas de reforma e consolidação", considerando "muito encorajadoras" as previsões sobre o défice orçamental português, que deverá descer para 4,5 por cento em 2011.
8.12.11
Iniciativa de Auditoria Cidadã à Dívida Pública
Os cidadãos de Portugal continuam a desconhecer a origem, a composição e os valores rigorosos da dívida pública portuguesa. A propaganda partidária instalou na consciência dos cidadãos a ideia de que a dívida pública se ficou a dever sobretudo aos gastos com as funções sociais do estado, nomeadamente o serviço nacional de saúde, a escola pública, a generalização da segurança social e o desenvolvimento do sector empresarial do estado e das autarquias.
2.12.11
A desordem neo-liberal faz nascer monstros
“…se um observador independente aterrasse em pleno centro dos acontecimentos, concluiria que houve mais violência e desordem no Estádio da Luz do que em toda a Greve Geral!”
O director nacional da PSP avisou que “não quer dizer que nós não tenhamos que ser violentos”, concretizando que “é possível que tenhamos algumas actuações que poderão chocar certas pessoas” e que bastões e pistolas “são para ser usados”, se necessário e em resposta proporcional.
23.11.11
A manifestação dos militares de 12 de Novembro e a democracia
“…O significado político da sua manifestação e falo como paisano, comparo-a à grande manifestação dos professores contra a política do anterior governo, que foram capazes de superar divisões e preconceitos, ocupando o lugar das vanguardas burguesas e operárias que agiam em defesa, não apenas dos seus interesses de classe, mas do que consideravam causa pública e nacional.”
7.11.11
Entre o caos e a reforma, o “perdão” é uma “meia culpa”
Perdão ou meia-culpa?
O primeiro-ministro e o presidente da República afirmam que estão contra um eventual” perdão da dívida” a Portugal, por extensão do que vai ser concedido à dívida grega, porque, enquanto houvesse memória, os mercados financeiros continuariam a desconfiar de Portugal e a não querer financiar a dívida portuguesa.
Discordo do conceito de perdão, que pressupõe, do outro lado uma entidade íntegra, perfeita e omnisciente, detentora da verdade e das virtudes em economia, isto é, os “mercados financeiros”. Ora, a dívida grega a 10 anos chegou a atingir um juro de 75%, e não me parece que haja na economia real nada que justifique este nível de juros, do valor do dinheiro no mercado, a não ser a “culpa” da mais desenfreada especulação.
19.9.11
Razão e imperativo ético do bastonário da Ordem dos Médicos
"Conforme é defendido em várias revistas médicas internacionais de grande prestígio deve ser instituído um imposto sobre a fast food e outros alimentos não saudáveis como o sal, os hambúrgueres, os venenosos pacotes de batatas fritas e as embalagens de dezenas de variedades de lixo alimentar". (Expresso, 05.09.2011)
3.9.11
Discurso sobre a cegueira
“…se eu fosse português e, primeiro-ministro, e quisesse uma vez mais disfarçar a falta de um pensamento político próprio e de uma ideia de democracia para o mundo, diria lastimosamente que o drama da Líbia foi “uma espécie de 25 de Abril”, já que não passo de mais um pobre cego, um dos cegos do ensaio do nosso (grande) Saramago!”
11.8.11
O pesadelo neo-liberal faz nascer monstros
O que vimos nas ruas de Londres e depois Manchester e outras cidades inglesas foram jovens de todas as etnias.
O governo conservador afirma que os motins foram o resultado da falta de polícia nas ruas e são culpa do falhanço educativo das famílias e não da sua política.
2.8.11
Os aprendizes de feiticeiro e a agonia da banca nacional
A oligarquia política que se instalou no PS e no PSD enterrou no BPN cerca de 5 mil milhões de Euros, nacionalizando mais de 2 mil milhões das suas dívidas com o Governo Sócrates e, já no governo de Passos Coelho, cobrindo com outros 2 mil milhões os custos da sua privatização e venda ao BCI luso-angolano, por apenas quarenta milhões; ao mesmo tempo que lançava um pesado imposto sobre o subsídio de Natal dos trabalhadores e quadros, isentando os rendimentos financeiros, elevava os custos dos transportes públicos e entregava aos accionistas da PT e da EDP sem contrapartidas o poder que as acções especiais do Estado detinha nessas sociedades, aumentando de imediato o seu valor no mercado.
5.7.11
Miséria do Estado e Estado Miserável. Porque perdeu a esquerda as eleições
Porque perdeu a esquerda as eleições!?
Perante a crise e o peso insuportável da dívida soberana, o estado da República de Portugal, o primeiro estado nacional verdadeiramente democrático para todos os cidadãos, no que respeita ao reconhecimento pela Constituição, que não na vida real, da igualdade de direitos políticos e sociais face ao poder e às leis, independentemente da classe, género ou cor da pele, o estado democrático, é retratado como um monstro gorduroso, confundindo democracia e desgoverno.
21.4.11
Ética política, eleições e violência verbal
O “caso Fernando Nobre” tem servido de base ao discurso crispado sobre a moral e a ética políticas. Confunde-se a moral partidária com a ética, que não tem partido. E eleva-se o tom da violência verbal, como se não fosse ela que prepara a violência política.
24.3.11
A catástrofe iminente e o caminho para a esconjurar
O Presidente, este Governo e os partidos do chamado arco do poder, subverteram o princípio organizador da democracia, a subordinação do poder económico ao poder político e transformaram-se, eles próprios, na clientela política dos maiores empresários e financeiros…
E o problema passou a ser se os líderes europeus, sem coragem política para enfrentar o poder da oligarquia financeira, querem construir uma comunidade democrática e solidária, ou escolhem de novo a via do pan-germanismo, agora em direcção aos mercados abertos e desregulados do Leste.
10.2.11
A África da revolução e da democracia: a hora do Egipto
Nelson Mandela escreveu no seu Diário Íntimo:
“A situação real no terreno pode justificar o recurso à violência, que mesmo os homens e mulheres bons podem ter dificuldade em evitar. Mas mesmo nestes casos a utilização da força deverá ser uma medida excepcional, cujo objectivo primordial deverá ser o de criar o ambiente necessário para soluções pacíficas. São estes homens e mulheres bons que constituem a esperança do mundo.”
5.2.11
O Monstro, o Bom e o Mau Estado, e o Nobel
Perante a crise e o peso insuportável da dívida soberana, o estado da República de Portugal, o primeiro estado nacional verdadeiramente democrático para todos os cidadãos, no que respeita ao reconhecimento pela Constituição, que não na vida real, da igualdade de direitos políticos e sociais face ao poder e às leis, independentemente da classe, género ou cor da pele, o estado democrático, é retratado como um monstro, confundindo democracia e desgoverno.
9.1.11
Discurso sobre o Medo
…O Presidente, este Governo e os partidos do chamado arco do poder, subverteram o princípio organizador da democracia, a subordinação do poder económico ao poder político e transformaram-se, eles próprios, na clientela política dos maiores empresários e financeiros…
Ah o medo vai ter tudo
tudo
(Penso no que o medo vai ter
e tenho medo
que é justamente
o que o medo quer)
…”
9.12.10
Da vida e morte de José Saramago
José Saramago nasceu a 16 de Novembro e escreveu os seus poemas possíveis muitos anos antes da sua escrita conhecer a notoriedade mundial e não sei se alguma vez leu o texto que Hubert Reeves, astrónomo franco-canadiano, dedicou à natureza humana, reconhecendo no aforismo que nos reduzia ao pó, que somos…, afinal, “poeira das estrelas”! Das suas fornalhas emergiram os nossos átomos e elevaram-se, na obra de Saramago, à “glória solar do pensamento”.
14.11.10
A China, que desconhecemos e os direitos humanos
…A China introduziu nas ciências políticas um novo paradigma que baralha os dogmas da história: um país, dois sistemas.
…O mundo é mais complexo do que o modo como o representam os dogmáticos de todas as cores e é nessa diferença que reside a nossa esperança de evitar a catástrofe iminente.
17.7.10
O Estado da Nação e as Alternativas
Devemos levar a sério as acusações recíprocas dos dirigentes do PS e do PSD, que se responsabizam mutuamente pelas dificuldades da país.
8.11.09
O programa TV Rural, que pretende ser cómico, é grotesco...
Exmo Sr. Provedor da RTP
O programa TV Rural, que pretende ser cómico, é grotesco...
17.7.07
Turismo e Desenvolvimento: Para além da OTA e do TGV
Resumo:
O país que somos, com as suas grandes regiões sujeitas ao ermamento e ao flagelo crescente dos incêndios, continuará "a ver passar os comboios e aviões", se reduzir o debate à importância dos "litoralizados" OTA e TGV enquanto única ligação estratégica à Espanha, à Europa e ao Mundo, atribuindo-lhe papel decisivo, como se constituíssem, por si só, o elo da cadeia que conduzirá o país a uma nova etapa de desenvolvimento."
“...A existência dessa rede de aeroportos em Espanha, a par do incremento da oferta do turismo cultural, constituíram factores decisivos para suster a queda do número de turistas e aumentar o seu valor acrescentado..."
19.6.05
In death's of the Communist Álvaro Cunhal:a Bread and Roses World?
Will be said that it lead the Portuguese democratic revolution, initiate in 25 of April of 1974, to the side of the civil war, as if, in the other side, blows and rifles for the civil war were not added.
17.6.05
Dans le décès du Communiste Álvaro Cunhal: Un Monde de Pain et Roses ?
De lui on dira qu’il a conduit la révolution démocratique portugaise, initiée le 25 avril 1974, au côté de la guerre civile, comme si, de l'autre côté, ne s'ajoutaient pas des coups et des fusils pour la guerre civile.
14.6.05
Na morte do comunista Álvaro Cunhal: Um Mundo de Pão e Rosas?
Dele se dirá que conduziu a revolução democrática portuguesa, iniciada em 25 de Abril de 1974, à beira da guerra civil, como se, do outro lado, não se somassem golpes e espingardas para a guerra civil.
22.5.05
Iberismo Espiritual e Iberismo Político
Notas breves sobre o Iberismo espiritual e iberismo político_As Gerações de 70 e de 98
Unamuno pugnou por um Iberismo espiritual e pelo mútuo conhecimento das culturas dos dois países, partilhado também com Vitorino Nemésio, não apenas na Península mas igualmente no espaço Ibero-Americano.[1]
"Es una obra de amor y cultura hacer que Portugal y España se conozcan mutuamente. Porque el conocerce es amarse."[2]
Unamuno pugnou por um Iberismo espiritual e pelo mútuo conhecimento das culturas dos dois países, partilhado também com Vitorino Nemésio, não apenas na Península mas igualmente no espaço Ibero-Americano.[1]
"Es una obra de amor y cultura hacer que Portugal y España se conozcan mutuamente. Porque el conocerce es amarse."[2]
Turismo: Região Centro_Nova imagem de marca
Contributo para a reflexão acerca da imagem de marca regional
21.5.05
Avaliação das empresas de inserção.Porque não se avalia por objectivos?
Principais factores de crise e insucesso
China: Estado, revolução e desenvolvimento
China: Estado, revolução e desenvolvimentismo
Os dirigentes chineses mostram-se decididos a elevar seu país a um nível de modernização consentâneo com o peso autoprojetado para o mesmo no mundo desde a Revolução de 1949
Amaury Porto de Oliveira
Os dirigentes chineses mostram-se decididos a elevar seu país a um nível de modernização consentâneo com o peso autoprojetado para o mesmo no mundo desde a Revolução de 1949
Amaury Porto de Oliveira
Factores de crise da formação contínua de professores
Factores de descredibilidade da formação contínua de professores
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