Angela Merkel elogiou Portugal afirmando que "se pode basear num amplo consenso para prosseguir as necessárias medidas de reforma e consolidação", considerando "muito encorajadoras" as previsões sobre o défice orçamental português, que deverá descer para 4,5 por cento em 2011.
Opinião sobre problemas sociais e políticos do desenvolvimento sustentável. Ambiente e património.Mundo Rural. Iberismo.
16.12.11
8.12.11
Iniciativa de Auditoria Cidadã à Dívida Pública
Os cidadãos de Portugal continuam a desconhecer a origem, a composição e os valores rigorosos da dívida pública portuguesa. A propaganda partidária instalou na consciência dos cidadãos a ideia de que a dívida pública se ficou a dever sobretudo aos gastos com as funções sociais do estado, nomeadamente o serviço nacional de saúde, a escola pública, a generalização da segurança social e o desenvolvimento do sector empresarial do estado e das autarquias.
2.12.11
A desordem neo-liberal faz nascer monstros
“…se um observador independente aterrasse em pleno centro dos acontecimentos, concluiria que houve mais violência e desordem no Estádio da Luz do que em toda a Greve Geral!”
O director nacional da PSP avisou que “não quer dizer que nós não tenhamos que ser violentos”, concretizando que “é possível que tenhamos algumas actuações que poderão chocar certas pessoas” e que bastões e pistolas “são para ser usados”, se necessário e em resposta proporcional.
23.11.11
A manifestação dos militares de 12 de Novembro e a democracia
“…O significado político da sua manifestação e falo como paisano, comparo-a à grande manifestação dos professores contra a política do anterior governo, que foram capazes de superar divisões e preconceitos, ocupando o lugar das vanguardas burguesas e operárias que agiam em defesa, não apenas dos seus interesses de classe, mas do que consideravam causa pública e nacional.”
7.11.11
Entre o caos e a reforma, o “perdão” é uma “meia culpa”
Perdão ou meia-culpa?
O primeiro-ministro e o presidente da República afirmam que estão contra um eventual” perdão da dívida” a Portugal, por extensão do que vai ser concedido à dívida grega, porque, enquanto houvesse memória, os mercados financeiros continuariam a desconfiar de Portugal e a não querer financiar a dívida portuguesa.
Discordo do conceito de perdão, que pressupõe, do outro lado uma entidade íntegra, perfeita e omnisciente, detentora da verdade e das virtudes em economia, isto é, os “mercados financeiros”. Ora, a dívida grega a 10 anos chegou a atingir um juro de 75%, e não me parece que haja na economia real nada que justifique este nível de juros, do valor do dinheiro no mercado, a não ser a “culpa” da mais desenfreada especulação.
19.9.11
Razão e imperativo ético do bastonário da Ordem dos Médicos
"Conforme é defendido em várias revistas médicas internacionais de grande prestígio deve ser instituído um imposto sobre a fast food e outros alimentos não saudáveis como o sal, os hambúrgueres, os venenosos pacotes de batatas fritas e as embalagens de dezenas de variedades de lixo alimentar". (Expresso, 05.09.2011)
3.9.11
Discurso sobre a cegueira
“…se eu fosse português e, primeiro-ministro, e quisesse uma vez mais disfarçar a falta de um pensamento político próprio e de uma ideia de democracia para o mundo, diria lastimosamente que o drama da Líbia foi “uma espécie de 25 de Abril”, já que não passo de mais um pobre cego, um dos cegos do ensaio do nosso (grande) Saramago!”
11.8.11
O pesadelo neo-liberal faz nascer monstros
O que vimos nas ruas de Londres e depois Manchester e outras cidades inglesas foram jovens de todas as etnias.
O governo conservador afirma que os motins foram o resultado da falta de polícia nas ruas e são culpa do falhanço educativo das famílias e não da sua política.
2.8.11
Os aprendizes de feiticeiro e a agonia da banca nacional
A oligarquia política que se instalou no PS e no PSD enterrou no BPN cerca de 5 mil milhões de Euros, nacionalizando mais de 2 mil milhões das suas dívidas com o Governo Sócrates e, já no governo de Passos Coelho, cobrindo com outros 2 mil milhões os custos da sua privatização e venda ao BCI luso-angolano, por apenas quarenta milhões; ao mesmo tempo que lançava um pesado imposto sobre o subsídio de Natal dos trabalhadores e quadros, isentando os rendimentos financeiros, elevava os custos dos transportes públicos e entregava aos accionistas da PT e da EDP sem contrapartidas o poder que as acções especiais do Estado detinha nessas sociedades, aumentando de imediato o seu valor no mercado.
5.7.11
Miséria do Estado e Estado Miserável. Porque perdeu a esquerda as eleições
Porque perdeu a esquerda as eleições!?
Perante a crise e o peso insuportável da dívida soberana, o estado da República de Portugal, o primeiro estado nacional verdadeiramente democrático para todos os cidadãos, no que respeita ao reconhecimento pela Constituição, que não na vida real, da igualdade de direitos políticos e sociais face ao poder e às leis, independentemente da classe, género ou cor da pele, o estado democrático, é retratado como um monstro gorduroso, confundindo democracia e desgoverno.
21.4.11
Ética política, eleições e violência verbal
O “caso Fernando Nobre” tem servido de base ao discurso crispado sobre a moral e a ética políticas. Confunde-se a moral partidária com a ética, que não tem partido. E eleva-se o tom da violência verbal, como se não fosse ela que prepara a violência política.
24.3.11
A catástrofe iminente e o caminho para a esconjurar
O Presidente, este Governo e os partidos do chamado arco do poder, subverteram o princípio organizador da democracia, a subordinação do poder económico ao poder político e transformaram-se, eles próprios, na clientela política dos maiores empresários e financeiros…
E o problema passou a ser se os líderes europeus, sem coragem política para enfrentar o poder da oligarquia financeira, querem construir uma comunidade democrática e solidária, ou escolhem de novo a via do pan-germanismo, agora em direcção aos mercados abertos e desregulados do Leste.
10.2.11
A África da revolução e da democracia: a hora do Egipto
Nelson Mandela escreveu no seu Diário Íntimo:
“A situação real no terreno pode justificar o recurso à violência, que mesmo os homens e mulheres bons podem ter dificuldade em evitar. Mas mesmo nestes casos a utilização da força deverá ser uma medida excepcional, cujo objectivo primordial deverá ser o de criar o ambiente necessário para soluções pacíficas. São estes homens e mulheres bons que constituem a esperança do mundo.”
5.2.11
O Monstro, o Bom e o Mau Estado, e o Nobel
Perante a crise e o peso insuportável da dívida soberana, o estado da República de Portugal, o primeiro estado nacional verdadeiramente democrático para todos os cidadãos, no que respeita ao reconhecimento pela Constituição, que não na vida real, da igualdade de direitos políticos e sociais face ao poder e às leis, independentemente da classe, género ou cor da pele, o estado democrático, é retratado como um monstro, confundindo democracia e desgoverno.
9.1.11
Discurso sobre o Medo
…O Presidente, este Governo e os partidos do chamado arco do poder, subverteram o princípio organizador da democracia, a subordinação do poder económico ao poder político e transformaram-se, eles próprios, na clientela política dos maiores empresários e financeiros…
Ah o medo vai ter tudo
tudo
(Penso no que o medo vai ter
e tenho medo
que é justamente
o que o medo quer)
…”
9.12.10
Da vida e morte de José Saramago
José Saramago nasceu a 16 de Novembro e escreveu os seus poemas possíveis muitos anos antes da sua escrita conhecer a notoriedade mundial e não sei se alguma vez leu o texto que Hubert Reeves, astrónomo franco-canadiano, dedicou à natureza humana, reconhecendo no aforismo que nos reduzia ao pó, que somos…, afinal, “poeira das estrelas”! Das suas fornalhas emergiram os nossos átomos e elevaram-se, na obra de Saramago, à “glória solar do pensamento”.
14.11.10
A China, que desconhecemos e os direitos humanos
…A China introduziu nas ciências políticas um novo paradigma que baralha os dogmas da história: um país, dois sistemas.
…O mundo é mais complexo do que o modo como o representam os dogmáticos de todas as cores e é nessa diferença que reside a nossa esperança de evitar a catástrofe iminente.
17.7.10
O Estado da Nação e as Alternativas
Devemos levar a sério as acusações recíprocas dos dirigentes do PS e do PSD, que se responsabizam mutuamente pelas dificuldades da país.
8.11.09
O programa TV Rural, que pretende ser cómico, é grotesco...
Exmo Sr. Provedor da RTP
O programa TV Rural, que pretende ser cómico, é grotesco...
17.7.07
Turismo e Desenvolvimento: Para além da OTA e do TGV
Resumo:
O país que somos, com as suas grandes regiões sujeitas ao ermamento e ao flagelo crescente dos incêndios, continuará "a ver passar os comboios e aviões", se reduzir o debate à importância dos "litoralizados" OTA e TGV enquanto única ligação estratégica à Espanha, à Europa e ao Mundo, atribuindo-lhe papel decisivo, como se constituíssem, por si só, o elo da cadeia que conduzirá o país a uma nova etapa de desenvolvimento."
“...A existência dessa rede de aeroportos em Espanha, a par do incremento da oferta do turismo cultural, constituíram factores decisivos para suster a queda do número de turistas e aumentar o seu valor acrescentado..."
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